Quem eu sou
De Itu, com um apelido que virou nome
Meu nome é Álvaro Augusto Pereira. Sou de Itu, no interior de São Paulo — a cidade conhecida como a Cidade dos Exageros, onde por fama tudo é grande. Como a minha estatura não combinava com a reputação da cidade, o pessoal da faculdade me apelidou de Itu. O apelido pegou, atravessou o mestrado e ficou. É por isso que o logotipo, as redes e o futuro canal levam esse nome.
Sagitariano nascido em 26 de novembro, sou viajante por natureza, adoro animais, aprecio um bom livro e sou fã dos Engenheiros do Hawaii. Nos tempos livres eu quero estar com os amigos e a família; filme e série também me divertem.
Por que eu troquei de carreira
Trabalhei mais de nove anos numa empresa de aerolevantamento geofísico. Comecei como processador de dados de campo, virei subgerente e depois gerente do departamento de processamento. Passei quatro anos em Bogotá, na Colômbia, em home office, como gerente do departamento e coordenador de logística. Fora Bogotá, morei em Presidente Prudente, São Paulo e Rio de Janeiro, e durante esses nove anos estive em várias cidades do Brasil. Fiz um intercâmbio de um mês em Sydney, Austrália, e uma semana em Auckland, Nova Zelândia. Fui sócio de um bar e restaurante em Itu, o Blackout Pub.
Era uma carreira boa, e não foi tédio que me tirou dela. Meu pai faleceu, e meu sobrinho nasceu enquanto eu estava longe. Foi aí que eu decidi trocar uma carreira que me mantinha viajando por uma que me mantivesse perto da família.
A troca não foi de assunto. Foi de lugar — eu queria estar presente.
Como eu cheguei na computação
O interesse é antigo. Meu primeiro contato com computador foi no MS-DOS, aquela tela preta que hoje assusta muita gente. E sim, eu fui capaz de digitar format c: — o comando que simplesmente formatava a máquina. Ainda bem que meu pai não tinha muito arquivo importante ali.
Quando chegou a hora da faculdade, eu não tinha como pagar uma particular e não entrei numa pública em computação. Entrei em outro curso com a intenção de pedir transferência um ano depois — só que acabei gostando de Engenharia Cartográfica e fui até o fim, o que me levou ao mestrado em Geofísica. A vontade de programar nunca foi embora, mas a função que eu exercia me fazia viajar demais para cursar outra faculdade.
A programação foi entrando pela porta lateral: linguagem C em 2001, ainda na cartografia; depois C++, Fortran e MatLab no mestrado. Na geofísica, o software usado nos permitia escrever scripts para automatizar o processamento. Escrevi um deles que deixou a tarefa pelo menos uma hora mais rápida. Foi ali que a ficha caiu.
Depois do último projeto na geofísica, voltei para Itu e comecei Ciência da Computação. Hoje trabalho com Java e Spring no back-end, Angular no front-end, e dou aula.
Da sala de aula nasceu um projeto pessoal: o Algoritmos Resolvidos , uma coleção organizada de algoritmos em várias linguagens, para o aluno achar rápido o que precisa em vez de garimpar em fórum. Está no ar, e é onde eu junto as duas pontas: o código que escrevo e a dúvida que eu vejo aparecer toda semana.
Formação
Bacharelado
Engenharia Cartográfica
UNESP — Universidade Estadual Paulista
2001 — 2005
Mestrado
Geofísica
USP — Universidade de São Paulo
2006 — 2008
Especialização
Docência do Ensino Superior
UNOPAR — Universidade Norte do Paraná
2018 — 2019
Bacharelado
Ciência da Computação
CEUNSP — Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio
2018 — 2021
MBA
Gestão de TI
UNOPAR — Universidade Norte do Paraná
2019 — 2020
Pós-graduação Em andamento
Cloud & AI DevOps
Impacta Digital
2026 — 2027
Certificações
- AZ-900 Microsoft Certified: Azure Fundamentals
Alguns lugares por onde passei

Foto de perfil Aquela foto de crachá. 
Bogotá, Colômbia Os quatro anos morando fora. 
Operação de aerolevantamento Uma das aeronaves de aerolevantamento. 
Sydney, Austrália Opera House, lindo lugar. 
Sydney, Austrália Coala: que animal sensacional. 
Sydney, Austrália Bondi Beach — água fria demais para o meu gosto. 
Centro de Itu, São Paulo Selfie para registrar o momento. 
Blackout Pub, Itu Olhar 43. 
Blackout Pub, Itu Dia de Guns tem que rolar faixa na cabeça. 
Blackout Pub, Itu Sorriso para o fotógrafo.

